Vou para a maternidade, e agora o que levar?

Pois é, nem só a mala de maternidade para o bebé é essencial, a da mãe também precisa de ser bem cuidada e recheada para que possamos receber o nosso rebento bonitas e confortáveis.

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O que levar?

  • Documentos de identificação e Livro de Grávida
  • 3/4 camisas de dormir com abertura à frente, para facilitar na hora de amamentação, se possível devem ser em algodão
  • Robe
  • 4 cuecas de algodão
  • 4 soutiens de amamentação
  • 1 chinelos de quarto
  • 1 chinelos de banho
  • necessaire com produtos de higiene pessoal ( escova e pasta dos dentes, escova cabelo, shampoo, gel de banho o mais neutro possível, maquilhagem básica (se usarem normalmente no dia-a-dia aconselho a levar mesmo por uma questão de animo e auto estima ao verem-se ao espelho!), cremes de hidratação corporal, discos de absorção para o peito, pensos higiénicos XL- No hospital onde o meu baby nasceu, Hospital Pedro Hispano davam os pensos higiénicos que deveríamos usar nos dias seguintes ao parto, uns bem grossos, super absorventes e compridos! 🙂
  • Toalhas de banho: corpo e rosto (preferir as de corpo numa cor escura, eu levei umas beringela … porque como devem imaginar por muito que uma pessoa se lave e limpe o nosso corpo quando recupera de um parto normal, vai perdendo imensos fluídos que não são nada bonitos e assim quanto mais escura for a toalha menos mal nos podemos sentir ao sujar!eheheh Contem que uma só dê para uma utilização mamãs! 😉
  • Lenços de papel,
  • Garrafa de água,
  • Bolachas ou algo que possa saciar num momento de maior fome 🙂
  • Telemóvel e carregador
  • Roupa para regressar a casa no dia de alta … prática para poder dar de mamar sempre que for necessário.

 

Mala pronta? …. boas estadias! 😉

 

 

 

 

16 meses de amor (9+7)

Estes últimos 16 meses foram sem dúvida os mais felizes da minha vida …

Tive a sorte de ter uma gravidez tranquila que foi vivida intensamente desde o momento que soube que um novo ser estava a caminho … sem grandes percalços … sem enjoos, nem noites mal dormidas … a única coisa que me posso verdadeiramente queixar foi a azia final e o inchaço dos pés com o calor ! 🙂

Trabalhei que me fartei … mantive o meu ritmo normal de trabalho, cerca de 45/50 horas semanais … e sentia-me verdadeiramente bem, o meu organismo já não se dava parado! Sempre tive a ideia de trabalhar até onde aguentar … e como não houve restrições médicas assim foi … trabalhei até ao dia antes do meu P. nascer!

Tencionada abrandar umas semanas antes… para poder preparar-me com calma para esta nova fase … mas o meu baby P decidiu vir mais cedo, precisamente no dia que entraria nas 38 semanas de gestação… bem curioso … assim veio ele ver o mundo que o esperava!

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Posso dizer que tive uma “horinha” bem pequenina … a “bolsa de água” rebentou durante a noite … eram cerca das 3h … de uma forma estranha … estava eu no WC … ainda bem que não decidiu rebentar em plena rua pública!

Tive tempo de ir com calma até ao Hospital, hospital esse que não conhecia nem fazia ideia de onde ficava, sim porque o meu baby P iria nascer na Ordem da Lapa pelas mãos do meu médico assistente … e não no Hospital Pedro Hispano onde veio a nascer … mas o destino assim o quis, e fomos recebidos por uma equipa fantástica, que tudo fez para que nos sentíssemos bem!

Foi um dia memorável, feliz, sereno e posso dizer sem sofrimento … o parto correu muito bem, foi rapidinho, as contrações aguentaram-se bem … e a bendita epidural desempenhou bem o seu trabalho!

Desde o momento que fui examinada e dei entrada nos hospital com 4 dedos de dilatação, fui logo preparada e encaminhada para o bloco de partos, uma salinha acolhedora, com uma maca e um cadeirão para o pai. Aquela salinha estava equipada com toda a aparatologia necessária a um parto, para a chegada do meu P. … não era a sala de parto que tinha em mente, era bem melhor do que alguma vez imaginei…

Não tive no internamento a contorcer-me de dores à espera que as contrações chegassem, e a ouvir outras tantas mães a queixarem-se e a gemerem …. ali cada mãe tinha o seu espaço … tive o privilégio de estar num ambiente bem sereno e sempre sobre vigilância e acompanhada …

e às 11h00 já tinha o meu maior tesouro nos braços … amarrado a mim …

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Sei que nem todos os partos são um mar de rosas … mas o meu foi … e é essa a imagem que quero guardar para todo o sempre! 🙂

E assim são os nosso dias …

Nos últimos tempos não tem sido fácil vir até aqui … não por esquecimento … mas porque as 24 horas de cada dia não dão para tudo!!

7 meses de amor a três … experiências novas a cada dia …

um nervoso miudinho,

uma contagem contra relógio! 🙂

Tenho a sorte do meu “BabyP” ser um menino calminho e bem comportado, que compreende perfeitamente que a Mamã tem que trabalhar …

e portanto ainda me deixa andar a 1000 e trabalhar em média entre 50 a 60 horas semanais!!

E o pouquíssimo tempo que nos resta dedicado a pensar e a organizar tudo para a chegada do nosso Príncipe.

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A outra face da moeda de Joana Vasconcelos

A artista Joana Vasconcelos desenhou, em parceria com o Comité Olímpico de Portugal  e a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, moedas pensadas em homenagem aos Jogos Olímpicos  Rio 2016.

A moeda corrente comemorativa de 2 euros  destina-se à circulação, com uma produção limitada.

Reproduzindo uma das obras mais icônicas da artista plástica Joana Vasconcelos – Coração Independente Vermelho -, a moeda idealizada pela artista é comemorativa da participação portuguesa nos Jogos Olímpicos de 2016, apresenta-se como um elogio ao espírito de determinação, trabalho e paixão que caracteriza o povo português e, em especial, os atletas que nos irão representar.

Neste sentido, a moeda corrente criada por Joana Vasconcelos pretende inspirar os portugueses de orgulho naqueles que irão à conquista em nome do seu país.

E assim iremos além fronteiras … com Portugal no coração … a também na carteira! 😉